sexta-feira, 28 de junho de 2019

Julho com bandeira amarela

Aneel define bandeira amarela nas contas de energia de julho


Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil - A bandeira tarifária utilizada como referência nas contas de luz do mês de julho será a amarela. O anúncio foi feito hoje (28) em comunicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.

“A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela”, justificou a agência.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

No dia 21 de maio, a Aneel aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento da bandeira amarela, o acréscimo cobrado na conta passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.
Fonte/Agência Brasil

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Guedes fala em redução no preço do gás

Guedes fala em redução de até 50% no preço do botijão de gás


Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (27) que o preço do botijão de gás pode cair até 50% com a abertura do mercado do setor no país, por causa da maior competição entre empresas. Na última segunda-feira (24), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução com diretrizes para dar início à abertura do mercado de gás no Brasil.

Atualmente, a Petrobrás detém o controle tanto da produção como da distribuição do gás no país. Apesar deste monopólio estatal já ter sido quebrado na legislação em 1997, a abertura para novas empresas não havia sido concretizada até agora.

"Estamos dando um choque da energia barata, quebrando um duplo monopólio, tanto na extração e refino quanto na distribuição do gás. Vamos reindustrializar o país em cima de energia barata. Essa maior competição em petróleo e gás, aceleração do ritmo de extração desses recursos naturais vão acabar chegando no botijão de gás da família, diminuindo em 30%, 40%, até 50% o custo do gás lá no final da linha", disse Guedes após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

O ministro também comentou sobre outras iniciativas em curso para abertura da economia. "Tem uma agenda grande pela frente, estamos abrindo a economia. Estamos a semanas, possivelmente, de fechar um acordo que está há duas décadas parado, que é o acordo [do Mercosul] com a União Europeia. Estamos recomendados para entrar na OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]. Vamos fazer a simplificação e redução dos impostos", disse.


Isulina inalavel

Insulina inalável pode ajudar no tratamento do diabetes


Por Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil - A recente liberação da insulina inalável (03/06) marca a passagem do Dia Nacional do Diabetes nesta quarta-feira (26). O medicamento, autorizado para venda e consumo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitáriaem oito formas de apresentação, ainda precisa ser importado dos Estados Unidos.

Para o médico e pesquisador Freddy Goldberg Eliaschewitz, a disponibilidade do medicamento pode ajudar no tratamento da doença no Brasil, pois é mais confortável do que a aplicação da insulina por injeção e o manejo é mais eficiente. A insulina inalável começa a funcionar em 10 minutos no organismo e o efeito dura até 90 minutos.

A insulina injetável pode demorar até 60 minutos para começar a fazer efeito e permanece ativa por até cinco horas no organismo.

“Por um lado, se o paciente aplica a insulina injetável antes do almoço e o medicamento demora a agir, o nível de açúcar sobe muito no início da refeição. Muitas vezes, a comida foi ingerida, mas a insulina nem começou a agir. Por outro lado, se o efeito da insulina demora a passar, o paciente pode sofrer uma queda de açúcar mais adiante. A absorção dos alimentos já terminou, mas a insulina continua agindo”, explica Eliaschewitz que é médico Hospital Israelita Albert Einstein e diretor clinico do Centro de Pesquisas Clinicas, que desde 2014 trabalhou nos testes para o desenvolvimento da nova droga.

O diabetes é considerado uma doença crônica onde o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o organismo do paciente não consegue utilizá-la. A insulina é o hormônio que regula a glicose no sangue.
Fora de controle
Eliaschewitz descreve que já há cerca de 15 milhões de pessoas com diabetes no Brasil, mas 90% dos pacientes com o tipo 1 e 73% dos que sofrem com o tipo 2 “não têm controle sobre a doença”. Ele contabiliza que “metade dos pacientes não controla a doença por falta de conhecimento do diagnóstico. Entre os que sabem do diabetes, metade não vai com regularidade ao médico. E mesmo os que vão, mais da metade não toma os devidos cuidados”.

Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes do tipo 1, geralmente, surge na infância ou adolescência. “A causa desse tipo de diabetes ainda é desconhecida (...) Sabe-se que, via de regra, é uma doença crônica não transmissível genética, ou seja, é hereditária, que concentra entre 5% e 10% do total de diabéticos no Brasil".

O diabetes do tipo 2 é mais frequente em adultos e está diretamente relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo e à má alimentação. “Ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida”, explica o Ministério da Saúde.

Para Freddy Eliaschewitz, o Brasil vive uma “pandemia de diabete do tipo 2 a reboque da pandemia de obesidade”. Segundo ele, o país poderá viver no futuro uma pandemia das complicações causadas pela doença, “que são penosas e custosas de tratar”, como o glaucoma, problema nos rins e disfunção erétil.

De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (Ministério da Saúde), entre 2010 e 2016, mais de 406 mil pessoas morreram por causa do diabetes. No período, o número de mortes cresceu 11,8% por causa da doença, saindo de 54.877 mortes (2010) para 61.398 (2016).


Fonte/Agência Brasil

Saque até amanhã 28 PIS/PASEP

Saque do abono salarial do PIS 2018/2019 vai até sexta-feira


Por Agência Brasi - Os trabalhadores cadastrados no Programa de Integração Social (PIS) têm até sexta-feira (28) para sacar o Abono Salarial do calendário 2018/2019. Os valores vão de R$ 84 até R$ 998, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base 2017.

De acordo com a Caixa, os benefícios, que totalizam R$ 16,9 bilhões, foram liberados de forma escalonada para 22,5 milhões de beneficiários, conforme o mês de nascimento, e agora estão disponíveis para os nascidos em qualquer mês. Até maio, o banco pagou R$ 15,6 bilhões a 20,6 milhões trabalhadores.

O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site do banco ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão, pelo telefone: 0800 726 0207.

Pode a sacar o abono o trabalhador inscrito no PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

“Os titulares de conta individual na Caixa com cadastro atualizado e movimentação na conta, podem ter recebido crédito automático antecipado. Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou ir aos terminais de autoatendimento da Caixa para receber o abono", informou o banco..

Segundo a Caixa, caso o beneficiário não tenha o Cartão do Cidadão ou não tenha recebido automaticamente em conta, ele pode retirar o valor em qualquer agência da Caixa, apresentando o documento oficial de identificação.
O trabalhador em empresa pública, com inscrição no Pasep, recebe o pagamento do abono pelo Banco do Brasil.


Fonte/Agência Brasil

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Gastronomia junina

Festa junina é aula de gastronomia e história


Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil - Um passeio entre as barracas de comida dos "arraiás" juninos pode render algumas calorias e, aos glutões caipiras mais curiosos, algum conhecimento sobre a formação cultural brasileira e a nossa culinária.
Quem explica é a professora de gastronomia Luiza Buscariolli, que leciona no Senac-DF e no UniCeub e ensinou aos leitores da Agência Brasil dois pratos típicos do São João. Segundo ela, os quitutes guardam a história dos portugueses e dos povos ameríndios que habitavam o país antes dos nossos colonizadores.
                                      Professora de gastronomia Luiza Buscariolli - Agência Brasil/Marcello Casal Jr

“A gente sabe que havia algumas festas neste mês de junho que os indígenas faziam. Quando os jesuítas estiveram no Brasil [a partir de 1549], aproveitaram dessas festas para trazer a tradição [europeia] de festas juninas, que por sua vez eram uma apropriação das antigas festas pagãs por causa do solstício de verão, que no hemisfério sul é solstício de inverno”, revela.

Enquanto prepara uma porção do prato Maria Isabel, comida típica da região hoje conhecida como o Estado do Piauí, que mistura arroz com carne-de-sol, Buscariolli lembra que a iguaria guarda relação com o ciclo de gado iniciado pelos portugueses no Brasil (século 16). A atividade pecuária foi introduzida por Tomé de Souza, primeiro governador-geral (1549 a 1553) ainda no tempo das capitanias hereditárias, para transporte e alimentação.

O prato Maria Isabel, assim como a paçoca de carne de sol também do Nordeste; o arroz carreteiro (com charque ou carne seca) do Sul e o feijão tropeiro (com torresmo e linguiça) dos sertões de São Paulo, Minas Gerais e Goiás (esse no século 17), são comidas que podiam ser armazenadas e transportadas em longas viagens.

“A lógica é tudo seco, porque se conseguia colocar em uma bolsa [de couro]”. Na hora da fome, a carne era picada e misturada. “Podiam usar água para fazer reidratação”, assinala a professora de gastronomia.

Além da proteína animal, outros ingredientes desses pratos compõem nossa história. O arroz, do Maria Isabel, foi trazido da Ásia pelos colonizadores portugueses. A farinha de mandioca tem origem indígena, e o feijão, ingerido pelo homem desde a antiguidade, tem espécies autóctones no Brasil e outros países americanos.

Assim como a mandioca, usada na produção da farinha e do beiju, os indígenas trouxeram ao cardápio junino os pratos a base de milho. Iguarias provadas durante as festas, como a espiga cozida, curau, pamonha e canjica foram ensinados aos colonizadores pelos indígenas.

“Para os portugueses, milho era comida de animal. Foi muito difícil aceitarem. Passaram a comer porque não tinha outra coisa”, explica Luiza Buscariolli ao preparar um bolo de milho com goiabada para a Agência Brasil.

A conformação desses pratos teve início antes do ciclo do açúcar (começado ainda no século 16), que ajudou a adoçar muitas iguarias juninas, e bem antes do ciclo da mineração (século 18) que se notabilizam pelo intenso uso de mão de obra escrava violentamente traficada da África.

Luiza Buscariolli sublinha que na condição de escravo, eram restritas a autonomia dessas pessoas até para se alimentar. “A possibilidade de escolher o que cozinhar e com que alimento vem depois [do fim] da escravidão. Ela nota, no entanto, que os negros após o fim da escravidão irão se ocupar de preparar e vender alimentos nas ruas em tabuleiros, como aqueles que ainda hoje vendem cocadas em áreas do litoral brasileiro - “uma conserva de coco”, como sabiam fazer os portugueses sob influência francesa.


sábado, 15 de junho de 2019

Assinatura de pacto para garantir direitos da criança

Executivo e Judiciário assinam pacto para garantir direitos da criança


Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil - Integrantes do primeiro escalão do governo federal e os principais representantes do Poder Judiciário participaram, hoje (13), da assinatura de um pacto interinstitucional para garantir o cumprimento da Lei 13.431, aprovada em 2017, que estabelece o sistema de garantia dos direitos de crianças e adolescentes que tenham testemunhado ou sido vítima de violência.

Entre os mecanismos e práticas previstos na lei estão a instituição de escuta especializada quando for necessário colher o depoimento de jovens. O propósito da chamada escuta especializada é evitar que as crianças e adolescentes sofram ao ter que rememorar os fatos vivenciados anteriormente. A lei também trata da obrigatoriedade dos órgãos de saúde, assistência social, educação, segurança pública e justiça adotarem procedimentos para lidar com a revelação espontânea de violência. 

As ações integradas e interinstitucionais necessárias para tirar a lei do papel serão articuladas pelas secretarias nacionais de Justiça, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, com base em diretrizes para o atendimento integrado de crianças e adolescentes, com o estabelecimento de protocolos específicos para a realização da escuta especializada e do depoimento especial – o primeiro, feito por membros de órgãos de proteção à infância e juventude e o segundo, pelas unidades policiais e judiciais.
Ministro da Cidadania, Osmar Terra, diz que se empenhará na implementação do sistema de garantia de direitos da criança e adolescentes vítimas de violência - José Cruz/Agência Brasil

Realizada no Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília, a cerimônia contou com as presenças da primeira-dama, Michelle Bolsonaro; da procuradora-geral da República, Raquel Dodge; do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e dos ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; da Casa Civi, Onyx Lorenzoni; da Cidadania, Osmar Terra; da Educação, Abraham Weintraub, e da Saúde, Luiz Henrique Mandeta, além de parlamentares, membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desembargadores, embaixadores e outras autoridades.

“São muitas as autoridades presentes”, destacou Moro, alvo de manifestações de apoio por parte do ministro Osmar Terra. “É um orgulho para o país tê-lo como ministro da Justiça e Segurança Pública”, disse Terra, garantindo empenho na implementação do sistema de garantia de direitos da criança e adolescentes vítimas de violência. “Ministro Moro, conte conosco. Estamos juntos e vamos trabalhar para transformar o Brasil em um modelo também nesta área.”
Políticas públicas
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, declarou que a Lei 13.431 vem reforçar os princípios já estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. “Temos, no Brasil, leis protetivas da infância e da juventude muito boas, notadamente o ECA. Leis novas como essa de 2017 vêm reforçar e aperfeiçoar os princípios e valores estabelecidos no Estatuto”, disse Dodge, acrescentando que, apesar das leis já em vigor, são necessárias políticas públicas para assegurar o cumprimento dos direitos já previstos.
Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, participa do lançamento do Pacto Nacional pela Implementação da Lei nº 13.431 - José Cruz/Agência Brasil

“Impedir que crianças e adolescentes que tenham sofrido algum tipo de violência sejam submetidas a novas violações é um dever de todas as instituições brasileiras e um grande desafio para o sistema de Justiça”, disse a procuradora.

O ministro da Saúde, Luiz Mandetta, falou sobre os potenciais prejuízos sofridos por quem é vítima de violência física antes dos três anos de idade. “É nesta primeira infância que a violência física tem maior probabilidade de ter agravantes e voltar a ocorrer”, disse Mandetta, acrescentando que o Ministério da Saúde quer que todos os profissionais de saúde estejam aptos a reconhecer casos de violência infantil.

Além dos elogios a Sergio Moro, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, que é médico, destacou que a negligência com que muitas crianças vítimas de violência são tratadas acabam por causar-lhes o chamado stress tóxico. “São as crianças que, vítimas de violência, têm os maiores danos. A negligência ou a violência contra as crianças produz no organismo das crianças um fenômeno chamado stress tóxico que, principalmente nos dois primeiros anos de vida, causa danos irreversíveis. Isto pode levar as crianças vítimas de violência a, mais tarde, terem dificuldade de controlar seus impulsos mais tarde.”
STF
Para o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, atuar em prol da infância e da juventude, protegendo a integridade das crianças, é “trabalhar pela segurança pública”. “Hoje, damos um grande passo, um enorme passo, para tornar realidade o ideal de fazermos este trabalho tão importante que é a defesa de nossas crianças e adolescentes”, acrescentou Toffoli, classificando a cerimônia como o ato “de maior relevância” de que ele participou em 24 anos atuando em Brasília.

“A magnitude deste ato é representada pela presença de todo o primeiro escalão do governo federal”, disse Toffoli, apontando o combate à violência que ainda vitima jovens dentro de seus próprios lares como um desafio para as instituições. “Muitas vezes, as pessoas acham que são donas das crianças, e não responsáveis por seus filhos, pelas crianças. É importante que estejamos empenhados para estabelecermos uma via de comunicação educativa neste sentido”.
Sergio Moro
Último a falar no evento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, declarou não atuar à frente da pasta buscando promover uma “justiça vingativa”. E voltou a afirmar que aceitou o convite do presidente Jair Bolsonaro com o propósito de enfrentar o crime organizado, a corrupção e a criminalidade violenta, e que, nesse sentido, as crianças e adolescentes merecem atenção especial.

“Fazer justiça é importante, embora, evidentemente, não [seja] fazer vingança. Fazemos isso principalmente com o objetivo de proteger as pessoas, de melhorar a qualidade de vida das pessoas. No âmbito dessas políticas, o mais importante, talvez, seja trabalhar com crianças e adolescentes, que são parte dos estratos mais vulneráveis da nossa sociedade”, disse Moro, defendendo a necessidade de regras claras de proteção para esse público.

“Há carências e demandas enormes e a necessidade de que esse tema seja tratado de forma integrada, por vários ministérios, com várias políticas. Enfim, o desafio é imenso e precisamos nos dedicar mais para resolver todas essas carências”, finalizou Moro.


sexta-feira, 7 de junho de 2019

Clientes reclama da CEMAR as cobranças absurdas

Clientes da Cemar estão chiando pelas cobranças absurdas


Do g7ma - Que a Companhia Energética do Maranhão (CEMAR), presta o desserviço ao maranhense, todo mundo já sabe. Além de prestar o serviço péssimo, não respeitar o consumidor, infringir as leis, a empresa este mês dobrou os valores das contas, o que ocasionou um chiadeira geral.

O aumento absurdo na conta de energia de Junho tem algo com ICMS, mas também a Cemar não desperdiça nada, para a empresa, o que importa é dinheiro, o cliente que se exploda. Se na capital a chiadeira é grande, no interior do estado é maior ainda, já que os locais para reclamações são distantes e muitos clientes não tem dinheiro para pagar conta, imagina passagem para buscar uma solução em outra cidade a quase 100 KM de distância.

Uma consumidora desabafou em sua página na rede social Facebook. “Por acaso a empresa quer que os maranhenses paguem alguma fatura de patrocínio? Só pode! Há vários dias, os consumidores reclamam que a conta praticamente dobrou de valor. Aqui em casa, que mantinha uma média de consumo a três meses, subiu horrores. Em abril foi 218 KW, maio 214 KW e agora veio 412 KW. A conta passada foi R$ 225,00 e a de junho tascaram R$ 390,00. Um aumento de R$ 165,00. Isso é vergonhoso Dona Cemar”, desabafou indignada.

Com a palavra a Companhia Energética, caso tenha alguma explicação.


Fonte/g7ma

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Mês Mariano e Ordenação Sacerdotal

Comemoração do Mês Mariano e Ordenação Sacerdotal


A Paroquia de Nossa Senhora de Lourdes celebrou no dia 31 de maio o encerramento do mês Mariano, é um gesto simbólico da coroação de Nossa Senhora.


Foi celebrado a comemoração do aniversário do onze anos da ordenação Sacerdotal do Pároco Padre Ricardo Rios.

Na ocasião das celebrações foi apresentado três crianças como candidatas a futuramente receberem o sacramento do Batismo. 


MEC libera acesso ao Sisu

Sisu: MEC libera acesso ao resultado Por Heloísa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil -  O Ministério da Educação (MEC) liberou há p...

Tempo médio para aumento 9'36"