Getúlio Vargas 2017

Primeiro dia de Aula do Getúlio Vargas

Na terça-feira (21/03) a Unidade Escolar Dr. Getúlio Vargas no município de Fortuna realizou o primeiro dia de aula do ano de 2017, a Prefeitura através da Secretaria de Educação realizou uma limpeza geral nas estruturas do prédio dando um ar de satisfação para quem visita a escola.

A Unidade Escolar tem como diretora a professora Rosimere Frei Calado Mendes, e professoras Analice, Ranyara, Cleres, Marilene, Jucileide e Ana Leide, agentes administrativos Gizelle e Maria de Jesus e como orientadoras pedagógicas Irene Barbosa e Kenia Soares.


Foi um dia de festa e adaptação para os alunos que vão estudar no Getúlio Vargas, a escola está voltada a Educação Infantil, fazendo parte do novo sistema educacional implantado em Fortuna


Dia Mundial da Água

22 de março Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água é comemorado nesta quarta-feira 22 de março que neste ano vai discutir sobre Água Residual, está agua é resultante de algum processo, que pode ser reutilizada para fins que exijam menos qualidade.

Água residual origina-se dos trabalhos mais simples, da lavagem de uma calçada, até processos industriais, neste caso podem ser reutilizadas, um exemplo é resfriar equipamentos de grande porte.




Inicio das atividades do SCFV

Prefeitura inicia as atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV


A Prefeitura de Fortuna, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Econômico de Fortuna, oferece a população o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos voltado a prevenir as situações de risco social.

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV iniciou nesta quinta-feira (16/03), suas atividades com idosos da terceira idade e jovens de 10 a 14 anos, oferecendo ações e atividades de interesses e demandas das faixas etárias considerando a vivência em grupo.

Os orientadores Antônio Maria e Luciene Barbosa desenvolve junto a terceira idade atividades artísticas e culturais e de lazer e a valorização das experiências vividas.



A orientadora Adriana Cássia realizou atividades de apresentação entre os jovens para um melhor desenvolvimento das atividades que serão desenvolvidas pelo programa, que visa a socialização e a convivência comunitária.


O que vai sobrar no Brasil

ÓLEO E GÁS, CONSTRUÇÃO E, AGORA, CARNES. O QUE VAI SOBRAR NO BRASIL?



Os setores mais importantes da economia brasileira estão sendo devastados por operações policiais; com a Lava Jato, foram destruídas empresas atuantes nos setores de construção pesada e óleo e gás; a prova mais recente foi o fato de o leilão dos aeroportos não ter tido a presença de nenhuma construtora brasileira; agora, com a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, foram atingidas as principais empresas de alimentos do Brasil, que é líder mundial na exportação de carne bovina e de francos, com vendas de US$ 13,9 bilhões em 2016, mas que certamente será alvo de novas barreiras sanitárias; as grandes questões que devem ser colocadas são: haveria uma maneira de combater a corrupção sem destruir empresas e empregos? a quem interessa a destruição de mais uma cadeia produtiva brasileira?

247 – Três anos depois da Operação Lava Jato, que completou aniversário nesta sexta-feira 17, o que restou da engenharia brasileira? 

Praticamente, nada. A Odebrecht demitiu mais de 100 mil funcionários e foi riscada do mapa, sendo tratada como empresa radioativa na América Latina.

A OAS está em recuperação judicial. A Camargo Corrêa vendeu ativos para empresas chinesas. E construtoras menores também encolheram drasticamente.

No setor de óleo e gás, uma das principais apostas do setor, a Sete Brasil, foi à lona. Empresa que construiria as sondas para o pré-sal, ela também foi atingida pela Lava Jato, assim como toda a indústria naval brasileira.

O resultado foi um processo de destruição econômica raras vezes visto na história da humanidade.

Em comum, todas essas empresas foram abatidas por investigações policiais.

Curiosamente, no mesmo dia em que a Lava Jato completou três anos, o assunto do momento passou a ser outro: a Operação Carne Fraca, que derrubou as ações das duas maiores empresas de alimentos do Brasil: a JBS, dona da marca Friboi, e a Brasil Foods, das marcas Sadia e Perdigão.

A partir de um problema aparentemente isolado, toda uma cadeia produtiva foi jogada na lama. "Um soco", definiu o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

Como empresário, sendo um dos maiores exportadores de soja do mundo, Maggi sabe o quanto custa abrir mercados internacionais.

Hoje, o Brasil é o maior exportador de carne bovina e de frangos do mundo e as exportações desse segmento representam 6,9% das vendas internacionais brasileiras. Nada menos que US$ 13,9 bilhões.
Como todo o enfoque da Operação Carne Fraca se deu na questão sanitária, uma consequência inevitável será a imposição de barreiras comerciais contra as exportações nacionais.

E o Brasil, que já vive a maior depressão econômica de todos os tempos, com um PIB que encolheu praticamente 10% em dois anos, terá uma recessão ainda mais aguda, com mais demissões na indústria.

A quem interessa destruir mais uma cadeia produtiva brasileira, depois da implosão dos setores de óleo e gás e de engenharia? Quem se beneficia? Será que não seria possível investigar eventuais desvios sem comprometer interesses nacionais?

São questões que ainda aguardam respostas.

Abaixo, a participação do setor de frigoríficos nas exportações brasileiras: 


Preço do botijão de gás

Petrobras reajusta em 9,8% o preço de botijões de gás de uso residencial



Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

A Petrobras aumentou em 9,8%, em média, os preços dos botijões de até 13 kg de gás liquefeito de petróleo para uso residencial (GLP P-13). O reajuste entrará em vigor às 0h de terça-feira (21). O último reajuste realizado pela companhia foi em 1º de setembro de 2015. A empresa alertou que a correção divulgada hoje (17) não se aplica ao GLP de uso industrial.

A Petrobras destacou ainda que as revisões dos preços feitas para as refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, uma vez que, de acordo com a legislação, há liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. “Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, apontou a empresa na nota de informação do aumento.

Pelos cálculos da companhia, se o reajuste for repassado, integralmente, aos consumidores, o preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1% ou cerca de R$ 1,76. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”. Ainda conforme a nota, o ajuste foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos.


Tempo médio para aumento 9'36"

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