sexta-feira, 31 de maio de 2019

Petrobras reduz preço de combustíveis

Petrobras reduz preço de gasolina e diesel em R$ 0,13 nas refinarias


Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil - A Petrobras anunciou, na noite desta sexta-feira (31), redução nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. A gasolina teve uma redução de R$ 0,1399 por litro e o diesel, de R$ 0,1383 no valor médio às distribuidoras no país. O novo valor vale a partir da meia-noite deste sábado (1º).

O preço final ao consumidor, contudo, vai variar de acordo com o local de venda do combustível, pois sobre o valor entregue pelas refinarias incidem impostos municipais e estaduais, além do custo operacional e da mão de obra e da margem de lucro das empresas.

Entre as refinarias com o menor preço da gasolina estão as de São Luis (MA), que vende o litro a R$ 1,78; Itacoatiara (AM), R$ 1,82, e Manaus (AM), a R$ 1,85. Entre as que praticam os valores mais altos estão as de Brasília, R$ 2,08, e Uberaba (MG), R$ 2,07.

No diesel S500, o mais comum nas estradas, os menores preços são praticados pelas refinarias de Itacoatiara (AM), R$ 2,17; Manaus (AM), R$ 2,20, e Maceió, R$ 2,21. Os maiores preços do diesel S500 estão nas refinarias de Uberaba (MG), R$ 2,40, Brasília, R$ 2,41, e Uberlândia (MG), R$ 2,41.

Na refinaria Duque de Caxias, que abastece o estado do Rio, maior produtor de petróleo do país, o litro da gasolina será vendido a R$ 1,97 e o diesel S500, a R$ 2,31. Na refinaria de Paulínia (SP), o litro da gasolina custará R$ 1,99 e o diesel, R$ 2,31.
Política de preços
Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.

“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, explicou a estatal.

A Petrobras destacou também que a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis: “São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços que divulgamos aqui se referem aos produtos tipo A”.


Junho com bandeira verde

Bandeira tarifária das contas de luz em junho será verde


Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (31) que a bandeira tarifária para junho de 2019 será a verde, sem cobrança extra nas contas de luz. Em maio, foi acionada a bandeira amarela, com acréscimo de R$ 1 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A Aneel disse que, embora junho seja um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do país, "a previsão hidrológica para o mês superou as expectativas, indicando tendência de vazões acima da média histórica para o período" e que, por isso, o cenário foi favorável para a retirada da cobrança extra nas contas de luz.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o seu patamar mínimo, o que "diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas", possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.
Sistema
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias possui três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

No dia 21 de maio, a Aneel aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento da bandeira amarela, o acréscimo cobrado na conta passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

De acordo com a agência reguladora, o reajuste no valor das bandeiras foi motivado pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras. A agência disse que foi incorporada uma nova regra de acionamento que atualiza o perfil do risco hidrológico.

Com a nova regra, segundo a agência, o risco higrológico passa a refletir exclusivamente a distribuição uniforme da energia contratada nos meses do ano. "O efeito do GSF [sigla do inglês para risco hidrológico] a ser percebido pelos consumidores retratará com maior precisão a produção da energia hidrelétrica e a conjuntura energética do sistema", disse a agência.

A Aneel disse ainda que a medida evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões.


Fonte/Agência Brasil

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Campanha de vacinação entra na última semana


Campanha de vacinação contra gripe entra na última semana

Por Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil - Essa é a última semana de vacinação contra a gripe nos postos de saúde de todo o Brasil. A campanha encerra na sexta-feira (31). A imunização é para grupos prioritários e integrante de forças de segurança e de salvamento.
A campanha começou no dia 10 de abril e o último balanço do Ministério da Saúde mostra que até o dia 21 de maio 63% do público-alvo havia se vacinado.
Devem receber a dose crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos; grávidas em qualquer período gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas; pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.
Profissionais das forças de segurança e salvamento também passaram a fazer parte do público-alvo da campanha neste ano. Por meio de nota, o ministério informou que o grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, totalizando cerca de 900 mil pessoas.
A vacina
O Ministério da Saúde informou, em nota, que, em relação ao ano passado, houve alteração de duas cepas na vacina. Em função da mudança na composição, a pasta considera “imprescindível” que os grupos selecionados recebam a nova dose este ano ainda que já tenham sido imunizados anteriormente.

Fonte/Agência Brasil

Chikungunya do Estado do Rio

Estado do Rio registra 30.871 casos de chikungunya este ano



Por Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil - O estado do Rio de Janeiro registrou 30.871 casos de chikungunya do início do ano até a última segunda-feira (21). O número representa uma elevação na comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve 22.100 notificações.

Os dados são da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, da Secretaria de Estado de Saúde.

No município do Rio, o aumento também é  significativo. Em dados atualizados no dia 20 pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), desde janeiro houve 11.392 casos, enquanto em todo o ano passado houve 10.693 registros.

A SMS informou que desde 2017 alerta sobre a possibilidade do aumento do número de casos de chikungunya no Rio, por causa do perfil epidemiológico da população.

“De todas as arboviroses que ocorrem no estado do Rio, a chikungunya – que teve os primeiros casos registrados na cidade em 2015 - é a de maior probabilidade de ocorrência, uma vez que é causada por um vírus com o qual a maioria da população ainda não teve contato. Isso faz com que grande parte da populkação esteja sem imunidade e suscetível à chikungunya”, destacou.

Conforme a SMS, o aumento do número de casos este ano ocorre justamente no período mais chuvoso e quente do ano. “Como já era esperado, devido à sazonalidade das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti”, pontuou.

Combate

Na visão do médico da Secretaria de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, ações simples e rotineiras da população são suficientes para o controle e apenas dez minutos por semana são suficientes para verificar possíveis focos do mosquito.

“A vistoria deve acontecer em caixas d’água, tonéis, vasos de plantas, calhas, garrafas, lixo e bandejas de ar-condicionado. Com essas medidas de prevenção é possível evitar a proliferação do Aedes aegypti”, disse.

Entre as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti causador das doenças, a Secretaria de Saúde tem realizado ações como o Dia D para a verificação de locais, distribuição de material informativo, laboratório para a exposição ao público sobre as etapas de desenvolvimento do mosquito e orientação de como combatê-lo.

Além disso, tem feito vistorias com drones do Corpo de Bombeiros para auxiliar agentes de saúde na busca por focos do mosquito.  

Houve também o lançamento da campanha Atitude contra o Mosquito, em diversos meios de comunicação, para alertar sobre os riscos das doenças e dar dicas de como eliminar os focos do vetor.

Outra medida foi a capacitação de mais de dois mil profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, para melhorar o atendimento aos pacientes com sintomas em casos de arboviroses.

De acordo com a superintendência, técnicos da secretaria visitaram 36 municípios que apresentam maiores índices de focos do Aedes aegypti para avaliar, junto às secretarias municipais de saúde, os planos de contingência mais adequados para cada área. Os municípios receberam ainda larvicida e adulticida para combater o mosquito.


9 anos da MCM

9 anos da MCM PIB Fortuna


Foi realizado no dia 21 o 9º aniversario da MCM da 1ª Igreja Batista em fortuna o evento teve a participação do departamentos da Igreja que após o culto foi realizado um momento de descontração com momento social e um churrasco para os presentes. 


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mais de 1,6 milhão feridos em acidente de transito em 10 anos

Acidentes no trânsito deixaram mais de 1,6 milhão feridos em 10 anos


Por Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil - Os acidentes no trânsito deixaram mais de 1,6 milhão de brasileiros feridos nos últimos dez anos, e representaram um custo de cerca de R$ 2,9 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). As informações estão em levantamento divulgado hoje (23) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com base em dados do Ministério da Saúde. 

Os dados apurados revelam também que entre 2009 e 2018 houve um aumento de 33% na quantidade de internações por desastres nas ruas e estradas. 

Na avaliação do diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e membro da Câmara Técnica do CFM, Antônio Meira, esses acidentes já são considerados um dos principais problemas de saúde pública do país.

“Além de provocar sobrecarga no serviço com aumento da ocupação dos leitos hospitalares, causa um prejuízo irreparável quando ocorre uma morte ou uma pessoa fica incapacitada para suas atividades habituais, como também traz prejuízo enorme para a saúde pública”, detalha o diretor.

Internações
O levantamento assinala que o número de internações no SUS por desastres nas ruas e estradas do Tocantins saltaram de 60 em 2009 para 1.348 em 2018. Pernambuco também teve crescimento significativo passando de 845 para 6.969.

Em alguns estados houve queda no número de internações. O Maranhão reduziu em 40% as internações por acidentes de transporte nos últimos dez anos, seguido por Rio Grande do Sul (22%) e Paraíba (20%).

São Paulo e Minas Gerais lideram o ranking de gastos federais com atendimentos por desastres nas ruas e estradas. Em 2018, o gasto de São Paulo foi de R$ 57 milhões e de Minas Gerais, de R$ 29 milhões.

O integrante do CFM, Antônio Meira, explica que as internações de vítimas de acidente de trânsito são mais onerosas. “As internações por acidente de trânsito são mais onerosas do que por outros tipos de doenças porque no geral são politraumatizados, precisam de cirurgias complexas, ortopédicas, neurológicas, precisam ficar em UTIs”.

Perfil
Entre as vítimas graves do tráfego no período de 2009 a 2018, os dados apontam que 60% dos casos são de pessoas entre 15 e 39 anos. Os maiores de 60 anos representam 8,4% do total e a faixa etária até os 14 anos representa 8,2%. Os principais acidentados são os homens (80%).

Prevenção
Em relação à prevenção dos acidentes relacionados ao trânsito, Antônio Meira diz que grande parte deles são provocados por fatores passíveis de serem evitados - como desrespeito às leis de trânsito, dirigir sob efeito de álcool e drogas, excesso de velocidade e não usar equipamentos de segurança como cinto e capacete. O diretor ressalta que para a prevenção é importante que haja campanhas de conscientização permanentes e fiscalização, além de ser necessário melhorar a infraestrutura das vias.

Campanha Maio Amarelo
Neste mês de maio ocorre a sexta edição da Campanha Maio Amarelo, que tem como tema “No trânsito, o sentido é a vida”.

O movimento é internacional e chama a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito com o intuito de estimular os condutores, pedestres e passageiros optarem por um trânsito mais seguro. O laço amarelo é o símbolo do movimento.

Fonte/Agância Brasil

Encerramento de Missões Mundiais

PIB Fortuna encerramento de Missões Mundiais
No domingo 19 de maio a PIB Fortuna realizou no seu templo o encerramento das Missões Mundiais, com a participação da Igreja Kerigma, que apresentou uma coreografia, que abrilhantou o culto.
O alvo almejado foi alcançado com os esforços dos irmão que se empenharão para que o alvo chegasse ao seu objetivo, foi um empenho nos departamentos que promoveu feijoada que foi uma benção.

MEC libera acesso ao Sisu

Sisu: MEC libera acesso ao resultado Por Heloísa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil -  O Ministério da Educação (MEC) liberou há p...

Tempo médio para aumento 9'36"