domingo, 1 de abril de 2018

Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero

Três médicos e um policial morrem em queda de helicóptero no interior do Maranhão

Já foram identificadas as quatro vítimas que morreram em uma queda de um helicóptero que seria da Ótica Veja e havia saído de Barreirinhas com destino a São Luís na tarde deste domingo (1º). A aeronave caiu entre as cidades de Axixá e Rosário e iria pousar em Paço do Lumiar.

De acordo com as informações do Centro Tático Aéreo (CTA), todos os quatro tripulantes morreram. As causas do acidente ainda serão apuradas, mas na hora do acidente chovia na região.

As vítimas foram identificadas como Jonas Eloi, dono da helicóptero modelo Robinson e médico anestesista; Kleber Araújo, cirurgião; Alfredo Neto, piloto da aeronave e ex-piloto do Grupo Tático Aéreo (GTA) e Rodrigo Capobiongo, médico angiologista. (Do MA 10)


Alunos repetentes

Alunos repetem de ano mais de uma vez na maioria dos municípios do país

Conteúdo do Estadão

Em mais de 70% das cidades brasileiras, no mínimo um em cada quatro alunos cursa o 1.º ano do ensino médio com muito atraso. Eles começam essa etapa com 17 anos em vez de 15, a idade correta. Isso acontece basicamente porque os jovens repetiram de ano pelo menos duas vezes ao longo da vida escolar. Os dados mostram também que apenas 1,4% dos municípios do País tem 90% das crianças na idade certa em todos os anos da educação fundamental e média.

O resultado vai contra o senso comum de que não se reprova mais nas escolas públicas brasileiras. Especialistas em educação são contrários à repetência porque sustentam que ela não melhora a aprendizagem. Além disso, afirmam, prejudica a autoestima do aluno e é uma das principais causas de abandono da escola. O ensino médio brasileiro tem evasão considerada elevada, em torno de 12%.

Escolinha vence de 2 x 0


Escolinha joga com o Atlético Maranhense de Presidente Dutra no campo do Guarany


Jogando no campo do Guarany nessa quinta-feira (29/03) a Escolinha Aprovação disputou duas partidas com o Atlético Maranhense de Presidente Dutra, nas modalidades Sub-11 e Sub-13.

Na modalidade Sub-11 a Escolinha vence de 2x0, e na modalidade Sub-13 o jogo sai empate, o professor Mariano vem fazendo um grande trabalho com a garotada, ensinando disciplina, companheirismos e como ser um bom profissional no esporte.

A Escolinha vestiu pela primeira vez o novo uniforme que foi doado pela empresaria Roberta do Loteamento Nova Fortuna, a garotada ficou muito feliz com o novo uniforme. A diretoria do Guarany vem também dando apoio a Escolinha cedendo o seu campo para treinos e jogos com outras escolas que vem a Fortuna jogar.


Aplicativo espiona você no WhatsApp


Aplicativo espiona com quem você está falando no WhatsApp
'ChatWatch' analisa os dados públicos dos usuários do mensageiro



Um novo aplicativo chamado ChatWatch promete monitorar a atividade de seus amigos, familiares ou funcionários no WhatsApp.

O programa analisa os dados públicos dos usuários do WhatsApp, tais como a "última conexão" e o indicador "em linha", para gravar históricos e criar gráficos de uso do aplicativo.

Dessa forma, é possível saber as horas exatas em que uma pessoa esteve online ao longo do dia e o tempo total em que ela esteve conectada.

O aplicativo também permite comparar dados de diferentes usuários para descobrir a probabilidade de essas pessoas estarem conversando umas com as outras.

Outra ferramenta do ChatWatch monitora os hábitos de sono dos usuários do WhatsApp, ou seja, com base nas horas em que a pessoa está on-line, o aplicativo estima a hora em que foi dormir e quanto tempo de sono ela teve.

De acordo com a página oficial do aplicativo, o ChatWatch pode ser usado para descobrir se seus funcionários estão conversando durante as horas de serviço, se seu filho está acordando a tempo de ir para faculdade e até mesmo estimar se seu parceiro saiu com amigos na noite passada.

Uma das maneiras de "se proteger" do aplicativo-espião é modificar as configurações de privacidade do WhatsApp e tornar privadas as informações sobre a "última conexão". O indicador "online", no entanto, não pode ser desativado. Com informações do Sputnik



segunda-feira, 26 de março de 2018

Jogo Escolinha x Atlético Maranhense

Escolinha Aprovação x Atlético Maranhense de Presidente Dutra



Escolinha Aprovação estará jogando na próxima quinta-feira (29/03) com o Atlético Maranhense de Presidente Dutra no campo do Guarany.

O jogo será realizado pela manhã entre as modalidades Sub-11 e Sub-13, os alunos da escolinha vem se preparando para a partida que será de grande importância para os alunos,

O professor Mariano vem transmitindo conhecimento e táticas de jogo para os alunos utilizarem quando estiverem numa partida, ele se preocupa em passar confiança e disciplina que devem ter quando estiverem em campo.


Boletos vencidos pode ser pago em qualquer banco


Boletos vencidos acima de R$ 800 já podem ser pagos em qualquer banco
Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil
Da Agencia Brasil - A partir de sabado (24), boletos vencidos acima de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco. A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado. As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, tendo sido iniciada com a permissão para quitação de boletos em atraso acima de R$ 50 mil. A partir de 26 de maio, serão permitidos os boletos acima de R$ 400 e a expectativa é que até setembro deste ano o processo seja concluído.

A nova plataforma de cobrança permite a identificação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do pagador, o que, de acordo com a Febraban, facilita o rastreamento de pagamentos. Ao quitar o boleto, o próprio sistema verifica as informações. Se os dados do boleto coincidirem com os da plataforma, a operação é validada.

O sistema de boleto de pagamento anterior foi criado em 1993 com o início do procedimento de compensação eletrônica. Após 25 anos, a avaliação do setor bancário é que ele precisava ser modernizado. Entre os benefícios da nova plataforma está a permissão para pagamento de boletos após o vencimento em qualquer agência bancária, sem risco de erros nos cálculos de multas e encargos.

A Febraban optou por um período de convivência entre o modelo antigo e o novo. O cronograma de desligamento do sistema antigo também é feito de forma escalonada. A partir de fevereiro deste ano, por exemplo, passou a ser obrigatório que os boletos com valores acima de R$ 2 mil fossem registrados na nova plataforma de pagamentos da rede bancária, não sendo mais aceitos boletos sem registro.

O calendário inicial previa que a nova plataforma incluísse todos os boletos a partir do fim de 2017. “Mas foi necessária uma adaptação para garantir a segurança e a tranquilidade no processamento, em função do elevado número de documentos”, justificou a federação. Segundo a entidade, são processados cerca de 4 bilhões de boletos por ano no país.

Cronograma

Os boletos acima de R$ 400 são os próximos a serem incluídos no novo sistema, a partir do dia 26 de maio. Em 21 de julho, poderão ser pagos em qualquer banco após o vencimento os boletos de qualquer valor. Em 22 de setembro o processo será concluído com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros.


sexta-feira, 23 de março de 2018

Bandeiras tarifária


Bandeiras tarifárias não cumprem objetivo de reduzir consumo, diz TCU


Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

O sistema de bandeiras tarifárias aplicado nas contas de luz não cumpre o objetivo de auxiliar os consumidores a entender o custo da eletricidade e a economizar energia. A constatação é do Tribunal de Contas da União (TCU) após auditoria. De acordo com o tribunal, o sistema de três bandeiras – verde, amarela e vermelha –, não contribui para que os usuários possam tomar a decisão de reduzir o consumo em caso de taxa extra na cobrança da luz, diminuindo a demanda energética.

Em razão disso, o tribunal determinou que o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promovam, em 180 dias, o realinhamento do sistema às reais metas pretendidas. A decisão, publicada hoje (23), foi tomada na última quarta-feira (21).

De acordo com o relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, o sistema não tem alcançado o objetivo de reduzir a demanda por energia. “O consumidor é induzido a acreditar que seria ele o maior beneficiário do sistema. Isso faz parte de uma cultura perversa, que nos persegue em todos os momentos das políticas públicas”, disse o ministro.

O TCU determinou ainda que a Aneel, em articulação com o Operador Nacional do Sistema (ONS) e com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), elabore e publique relatórios mensais com as informações necessárias à verificação, “por qualquer interessado”, dos dados e valores que subsidiaram a bandeira tarifária do respectivo mês.

Histórico

Instituídas em 2005 pela Aneel, as bandeiras tarifárias arrecadaram, até julho de 2017, aproximadamente R$ 20,5 bilhões. Em 2013 e 2014, funcionou apenas com caráter informativo, não resultando em nenhum acréscimo à tarifa do consumidor. A cobrança extra começou a vigorar em 2015.

De acordo com a agência reguladora, a finalidade das bandeiras tarifárias é sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica, “permitindo que o consumidor tenha a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente”. O repasse extra nas tarifas considera o aumento do custo de geração de energia com o acionamento e usinas térmicas, em razão de problemas na geração das hidrelétricas.

Cedraz destacou que uma pesquisa realizada em 2015 mostrou que menos de 10% dos entrevistados sabiam o significado da bandeira vermelha. Para 33% dos entrevistado a bandeira vermelha foi atrelada ao alto consumo de energia e não a problemas com o custo da geração; 45% consideravam ainda que cada domicílio tinha a sua cor de bandeira tarifaria.

Para o ministro, o desconhecimento da população, torna evidente a incapacidade de o sistema surtir os efeitos desejados. “Considerando-se que as bandeiras se mostram como um mecanismo de controle da demanda, faz-se primordial que aqueles responsáveis por aumentar ou reduzir tal demanda tenham pleno conhecimento da ferramenta aplicada, de maneira a contribuir com seu melhor desempenho”, disse Cedraz.

Bandeiras

Desde janeiro de 2018, a bandeira verde está em vigor no país. Nos últimos meses de 2017, por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, houve cobrança extra nas contas de luz via bandeira tarifária. Isso ocorre para arrecadar recursos necessários para cobrir custos extras com a produção de energia mais cara, gerada por termelétricas.

Em setembro, vigorou na cobrança das contas de luz a bandeira amarela, que aplica uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos (atualemente a cobrança é de R$ 1 a cada 100 kWh).

Em outubro e novembro vigorou a bandeira vermelha no patamar 2, a mais alta prevista pela agência, com acréscimo de R$ 3,50 em outubro e R$ 5 em novembro, já que a Aneel antecipou a revisão dos valores que seriam aplicados a partir de janeiro de 2018.

Em dezembro, em razão do início do período chuvoso, a agência reguladora determinou a cobrança da bandeira vermelha, mas no patamar 1, com cobrança extra de R$ 3 a cada 100 kWh.

O TCU apontou que de 2015 até hoje, o sistema já foi alterado cinco vezes. Além disso, foi criado um novo patamar de bandeira (vermelha patamar 2) e a metodologia de acionamento foi revista em três oportunidades.

O ministro disse ainda que além de não alcançar o objetivo de provocar o consumo consciente de energia nos períodos em que a geração está mais cara, as bandeiras estão "assumindo um papel cada vez mais importante de antecipar receitas para evitar um acúmulo de custos para as distribuidoras de energia, deixando em segundo plano a pré-anunciada intenção de atuar como sinalizador para redução de consumo", disse.


De Agencia Brasil

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